As pessoas com deficiência, principalmente aquelas que vivem em constante vulnerabilidade social, não possuem nenhum tipo de renda.
Em alguns casos, necessitam de outro membro da família para que realizem suas tarefas diárias, ficando estes impossibilitados de gerar sustento.
Nossos projetos pretendem promover ações, que incluam jovens com deficiência e familiares, em atividades que possibilitem meios de subsistência e que desenvolvam neles, seus potenciais empreendedores. Ensinar a costurar, digitar, cozinhar e outras profissões é capacitar para o mercado de trabalho. E, assim, gerar emprego e renda.
Pesquisas revelam que mais da metade dos portadores de deficiências é inativa e apenas 10% dos que trabalham têm carteira assinada. Isto apesar de há 18 anos, existir cota para deficientes no mercado de trabalho. As empresas devem reservar de 2% a 5% de vagas, dependendo do número total de empregados, sob pena de multa. Falta qualificação da mão-de-obra.
http://www.rioinclui.org.br
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